Os artigos assinalados como Voz do Libertário são da exclusividade dos militantes da associação Partido Libertário e refletem a opinião pessoal dos respectivos autores.

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O que seria de nós se vivêssemos num país libertário quando o SARS-CoV-2 viajou até Portugal?

Seríamos mais saudáveis, mais ricos (ou menos pobres) e mais livres.

1. NÃO TERÍAMOS TIDO MANDATOS

Mandatos nacionais exigem a intervenção de um governo central com poderes na área da saúde. Poderes que no caso da “pandemia” da C19 violaram direitos cívicos sagrados, como o direito à liberdade e o direito à vida, alegando um Estado de Emergência para gerir uma guerra contra um vírus, contra o SARS-CoV-2.

Num país libertário, um Estado mínimo não disporia desses poderes. Seria cada família, cada condomínio ou cada freguesia a decidir quais as melhores medidas a tomar e a recomendar para conter a doença.

Esta atomização de soluções permitiria em poucas semanas avaliar o melhor plano de ação, que seria imediatamente copiado pelos outros.

Os confinamentos, as máscaras na rua, o teletrabalho, etc., teriam tido pouco lugar porque se constataria que, na prática, não davam resultados palpáveis e que podiam ser contraproducentes.

Se o Porto tivesse mantido as escolas abertas, como a Suécia, sem aumento de casos, as outras cidades fariam o mesmo.

Pelo contrário, os governos centralizados e coletivistas não fizeram o mesmo que a Suécia, resolveram fazer o mesmo que a China, sob o alto patrocínio da Fundação Gates e da OMS.

O encerramento dos hospitais, centros de saúde e consultórios, para doentes não-C19, decretado pelo Estado, nunca ocorreria num país libertário. Cada instituição de saúde adotaria e divulgaria as sua próprias normas para lidar com a epidemia. O excesso de mortalidade não_C19 seria minimizado.

2. TERÍAMOS TIDO TRATAMENTO PRECOCE

É talvez o aspecto mais chocante da C19, o facto de os doentes serem enviados para casa à espera de piorarem, “ficarem azuis” e serem enfiados nos “covidários” estatais.

É o aspecto mais chocante porque todas as doenças, benignas ou malignas, beneficiam de tratamento precoce e a C19 não é exceção. Sem SNS, Saúde 24 e Ministério (Mistério) da Saúde, os doentes com C19 recorreriam aos seus médicos que iniciariam o tratamento aos primeiros sintomas.

Em primeiro lugar melhorando quaisquer comorbilidades, como a diabetes ou a hipertensão; comorbilidades que têm tendência a descompensar no decurso de doenças infectocontagiosas e que podem precipitar um mau resultado.

Em segundo lugar com suplementos que têm demonstrado eficácia na resistência às infeções respiratórias. A Vit. D, o Zinco e o Magnésio, por exemplo.

Em terceiro lugar com o recurso a medicamentos “off-the-label” que têm resultado noutros países e que, contrariamente ao que dizem as fontes oficiais como a FDA, têm poucas complicações. Estamos a falar da Ivermectina e da combinação da Hidroxicloroquina e da Azitromicina.

Eu tive C19 e foi com estes medicamentos que me tratei. Faz algum sentido que não os receite aos meus doentes? Seria uma total corrupção da ética médica e da chamada “Regra de Ouro” – “Cada um deve tratar os outros como gostaria que ele próprio fosse tratado”.

Múltiplos estudos sugerem que o tratamento precoce pode diminuir as fatalidades C19 em 70% a 80%. Mesmo que esta diminuição fosse apenas de 50% – teríamos evitado cerca de 9.000 fatalidades.

A abordagem libertária é personalizada e ajustada. Em contraponto, o que o SNS preparou foi uma solução igual para todos; um par de sapatos de tamanho e forma igual para todos.

Ora a população não é uma manada que possa receber um tratamento padrão, nem a medicina é uma espécie de veterinária.

3. NÃO TERÍAMOS VACINAS

As vacinas para a C19, todas, nasceram de parcerias público-privadas. A Casa Branca, aterrorizada com o vírus de Wuhan, puxou pelos cordões à bolsa e “investiu” ou “enterrou” (dependendo da perspectiva) muito milhares de milhões de dólares no desenvolvimento de vacinas contra o SARS-CoV-2. Vacinas que foram ultimadas à velocidade da luz (Warp Speed – Trump).

Sem explorar o mérito ou demérito das vacinas, uma coisa podemos dar por certa: sem Estado não teríamos vacinas para a C19. Porquê?

Porque o mercado nunca compensaria a aventura.

Os principais destinatários das vacinas são apenas os seniores e as infeções por coronavírus tendem a ser sazonais e a desparecer em pouco tempo.

Ora sem mercados não há produtos.

Já com a PPP da Casa Branca e o “sonho húmido” da total isenção de responsabilidade judicial e possíveis mandatos para uma vacinação em massa, o negócio mudou de figura. Assim pensaram a Pfizer, a Moderna, a Astra-Zeneca e a Johnson.

Ainda é cedo para avaliar o impacto das vacinas sobre a mortalidade C19, contudo, há indicações de que, mesmo nos seniores, as complicações mortais da vacinação em massa podem superar as da mortalidade pela doença.

Why are we vaccinating children against COVID-19?

Se estes dados se vierem a confirmar, será o maior fiasco de sempre das PPP’s.

4. TERÍAMOS TIDO MENOS FATALIDADE C19

Este facto resulta do ponto 2.

O tratamento precoce é realmente fundamental – salva vidas. Teríamos tido menos internamentos hospitalares e menos fatalidades.

Basta pensar nas comorbilidades mais associadas às mortes por C19, como a diabetes e a hipertensão, para perceber a necessidade de vigilância médica desde o primeiro sintoma. A descompensação destes problemas pode ser fatal!

Por outro lado, há cada vez mais provas clínicas de que há medicamentos que são eficazes na prevenção e tratamento da C19: a Ivermectina, a HCQ com AZ e as amantadinas.

O quadro da C19 tem duas fases distintas. A primeira é uma “gripe” e a segunda, chamada citotóxica, é uma espécie de doença autoimune – uma fase caracterizada por uma resposta imunológica violenta que ataca diversos órgão e que pode precipitar a morte.

Ora esta segunda fase responde bem a medicamento com ação anti-inflamatória, como os corticoides e a HCQ, mas desde que iniciados atempadamente.

Sem uma entidade que centralizou o tratamento dos doentes com C19, confinando-os em casa à espera da segunda fase da doença, é claro que teríamos menos fatalidades C19.

5. TERÍAMOS MENOS EXCESSO DE MORTALIDADE NÃO_C19

O encerramento dos serviços de saúde para doentes não_C19 precipitou mortes que teriam sido evitadas se os doentes tivessem podido receber tratamento atempado.

Alguns estudos apontam para que o excesso de mortalidade não_C19 é da mesma ordem de grandeza das fatalidades C19. Se esses dados empíricos se vierem a confirmar, poderíamos ter evitado (até Setembro 2021) cerca de 18.000 mortes precoces não_C19.

6. NÃO HAVERIA SARS-CoV-2

Uma diminuição da mortalidade C19 e uma diminuição significativa da mortalidade precoce não_C19 evitaria dezenas de milhares de mortes.

Há, contudo, um aspecto da maior relevância na análise da pandemia e que é o grande elefante na sala.

O vírus que alegadamente escapou de um laboratório de Wuhan, foi selecionado através de experiências de “ganho de função”, financiadas pelos governos dos EUA e pela China, com equipas de virologistas internacionais que se prestaram a tornar mais virulento um coronavírus dos morcegos.

Ora uma coisa podemos dar por certa:

NENHUM GOVERNO LIBERTÁRIO IRIA INVESTIR NUM PROGRAMA CHALUPA PARA DESENVOLVER VÍRUS SUPER-LETAIS PARA A HUMANIDADE

Num contexto libertário:

Seríamos mais saudáveis, mais ricos (ou menos pobres) e mais livres.

+ SAUDÁVEIS = menos fatalidades C19 e não_C19 e nenhuma fatalidade vacinal

+ MAIS RICOS (ou menos pobres) = não teríamos escaqueirado a economia de mercado

+ MAIS LIVRES = as nossas garantias e liberdades teriam sido preservadas

Seríamos mais saudáveis, mais ricos (ou menos pobres) e mais livres.

PS: Ler este artigo que compara a estratégia da guerra ao C19 com a estratégia da guerra do Afeganistão.
COVID-19 is fast becoming the Afghanistan of pandemics.

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