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O melhor plano é não fazer nada

O coma introduzido pelo comunavírus resulta da combinação de dois erros mortais. Por um lado, as pessoas em geral a ficar em casa sem fazer nada. Enquanto do outro, os governos, meteram-se a fazer carradas de coisas desaconselháveis, quando a única coisa decente que um governo pode fazer é, precisamente, nada.

Se o problema fosse a tosse, quem tinha medo cuidava-se e os governos quando muito recomendariam algumas medidas adicionais, que seriam seguidas, ou não, com base na sua razoabilidade. Mas não, inverteram-se os papéis, ou melhor levaram à exaustão as travestices que já vinham de trás.
Demasiadas pessoas não querem fazem nada, nem por elas mesmo, ficam em casa a receber subsídios e a reclamar por mais. Quando precisam é de resolver a própria vida, arrumar o próprio quarto, para depois de satisfeitos, usarem o seu próprio tempo e dinheiro naquilo que acreditam de verdade. Afinal, o que de razoável poderá uma pessoa com obesidade opinar sobre saúde dos outros? Ou como é que alguém se diz apoiante do Estado paga sempre o mínimo possível de Impostos? Ou esta preocupado com o clima quando não sabe plantar uma batata? Ou ainda, como é que alguém que nunca teve sucesso como empresário, se acha capaz de gerir a Economia?

Na raiz da pandemia está que, para esconderem a sua incapacidade, algumas pessoas fracas, projetam os seus problemas no mundo, e não desfeito de falharem em pequena escala, arrogam-se a querer resolver à escala global. Os governos, pelo contrário, deviam mas é ficar quietos, para não atrapalhar, mas não conseguem se conter. Incitados pela multidão de incapazes, os governantes multiplicam qualquer problema, tratando de decretar planos e regras e modelos matemáticos, todos irracionais, inviáveis e contraproducentes.

O Planeamento Central, o socialismo em operação, é o mecanismo através da qual os governantes pegam em coisas que não criaram e arrebentam com elas, para gáudio de quem não consegue fazer nada. Isto porque, cidades, linguagem, justiça, arte, economia, cultura são criações orgânicas, espontâneas, não podem ser comandadas sem as levar à total destruição.

Para cada uma destas maravilhas da civilização florescer, é preciso a contribuição e adoção voluntária de incontáveis indivíduos, cada um com o seu papel insubstituível e infinitesimal. As cidades existiam muito antes do urbanismo; A linguagem muito antes da linguística; O comércio muito antes da Economia. Os respectivos campos de estudo seriam legítimos se entendidos como curiosidade intelectual, nunca como ferramenta de planeamento, como acabaram por degenerar.

Quem se propõe a comandar o resultado de milhões de iterações é um doente, mitómano, sociopata, extremamente perigoso. E assim são todos os políticos, todos os académicos das “ciências sociais” e todos os outros inúteis, que desde o sofá, clamam por poder para se meterem onde só podem estragar, a vida dos outros.

· Marxismo, Keynesianismo, Monetarismo, são perversões académicas que em vez de estudar a Economia a destroem.

O Planeamento Central não só produz péssimos resultados, com dezenas de milhões de mortos; perseguições violentas e obscenas, construções monstruosas, poluição grotesca, tal como se pode comprovar em todos os lugares onde o comunavírus foi injetado. Ainda por cima é uma doença progressista degenerativa.

Os maus resultados do planeamento central, reforçam a fúria planeadora. Está mais que visto que nenhum governo consegue controlar um vírus, mas, por mais que os funcionários públicos da saúde estejam entretidos a fazer vídeos de Tik Tok em hospitais vazios, a reacção dos planeadores é sempre aumentar a ditadura sanitária.

No Estado em que se está, não há muito por onde escapar. Todos os governos de todo o Mundo estão alinhados no grande reset, na perseguição e destruição das liberdades individuais. Governos que há semanas atrás, tentavam manter uma ilusão de serviço ao público e controlo de gastos, agora foice, e martelo, na testa.

Não há uma escolha disponível entre o governo A ou B menos mau, está tudo infetado. Só resta então a escolha A+B, diversificar o risco, como se faz na bolsa, mas com a casa. Ter mais do que uma escolha, mais do que uma residência, emigrar e ter pelo menos 2 lugares onde se possa estar para quando o plano resultar.

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