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O “desenvolvimento sustentável” do covid-19

Quando esta suposta pandemia começou em princípios de Janeiro, confesso que tomei algumas medidas, não comigo propriamente, mas com quem amo, a minha ignorância no tema, fez com que eu ficasse na defensiva, como é natural. Com o tempo e a psicose a aumentar, decidi, já com os “patos a voar” como diziam no KGB quando a imprensa está a propagar desinformação, com impressionante alarido e escarcel, sabendo que o quarto poder faz conluio com alguém e tem donos, também que as aparições na imprensa mundial com tanta insistência, não são espontâneas, ou sem que os donos a promovam.
Enfim, comecei a devorar conteúdo, a procurar epidemiologistas, a tentar perceber como se propaga, como se detecta, como se procede em casos de pandemia, quem decide o que é uma pandemia, com que dados o fazem, etc.

Contudo, tenho estudado a fundo a histeria do aquecimento global antropogénico. E sei bem como semeiam o pânico e a mentira.
Os alarmistas do aquecimento global antropogénico tentaram todos os truques possíveis para levar o mundo ao “desenvolvimento sustentável” um jargão com fins de eugenia, com fins políticos e de limitar o crescimento de algum países, geopolítico, impregnado de gnosticismo panteísta, anti-cristão. Eles sabiamente falsificaram dados climáticos (ClimaGate), inundaram o mundo com relatórios académicos imprecisos e infundados, realizaram reuniões mundiais como o Acordo de Paris na França, ameaçaram e intimidaram seus críticos, criaram um movimento juvenil global para manipular a população através de todas as técnicas possíveis, emoção, etc. Todos os dias a imprensa debita uma foto de um urso que morre de causas naturais, uma alteração climática natural aparece com legendas criminosas e fraudulentas, mesmo assim todas essas estratégias falharam inaugurar o “Desenvolvimento Sustentável” da ONU, a energia denominada renovável é uma fraude cara, inútil, imposta por burocratas comprados.

Quando existia uma conversa do coronavírus, um padrão começava a aparecer nas pessoas superficiais, perante o problema, não o analisavam, começavam as divagações “filosóficas” a serem inundadas de chavões panteístas…”temos de fazer um restart”, “ é a resposta do planeta”, “ o nosso modo de vida era insustentável”… Imediatamente as minhas desconfianças tornavam-se em certezas e só precisava de mais algum tempo para aferir as minhas suspeitas, a par de dezenas de virologistas a alertar não para a suposta pandemia, mas para o pânico injustificado.

Não demorei muito a descobrir quem era o profeta do caos. Um tecnocrata de “classe mundial” na Grã-Bretanha: o Dr. Neil Ferguson, PhD, é professor no Imperial College de Londres, que se autodenomina uma “universidade global”, quando uma universidade afirmar este jargão não aconselho a inscrever os filhos. O Dr. Ferguson está profundamente imerso no desenvolvimento sustentável e mais dedicado às causas sociais do que ao desempenho acadêmico. De fato, a Imperial é muito conhecida por seus relatórios alarmistas de pesquisa sobre mudança climática, redução de carbono, degradação ambiental, perda de biodiversidade etc. Bingo. As projecções são uma fraude como são as do IPCC, se esta gente fosse séria, já se tinham demitido das universidades, pois já estaríamos todos imersos segundo as suas previsões em água, ou a viver nos Himalaias. O mesmo se passou as previsões do corovírus do Dr. Ferguson, uma fraude.
A presidente do Imperial College é a professora Alice Gast. Ela considera a faculdade parte de um “novo paradigma da universidade global” que promete ser “um contributo para um futuro melhor”. Gast também observa que as três áreas gerais de foco da Imperial são “epidemias, escassez de recursos naturais e crises ambientais”. Em outras palavras, o meio ambiente, os recursos naturais e as epidemias são vistos como entrelaçados e inseparáveis.

A “universidade global” é de facto um novo paradigma, que transforma radicalmente o papel tradicional da educação em activismo social. O sucesso é medido pelo impacto social na sociedade e não de acordo com as realizações escolásticas.

Além disso, a universidade global é invariavelmente enquadrada como defensora do “Desenvolvimento Sustentável” das Nações Unidas e o Imperial não é excepção. O chefe de “Sustentabilidade” da Imperial é o professor Paul Lickiss. Sua página na web afirma: “A sustentabilidade deve percorrer todo o pensamento e a atividade da faculdade em todos os níveis e em todos os campos”. Um exame casual dos vários departamentos da Imperial confirma esta afirmação: temas de sustentabilidade, ambientalismo e mudanças climáticas são vistos em toda parte. A fraude está presente, transpira por todos os poros.

Depois que o covid-19 em Wuhan foi reconhecido como uma possível pandemia, lembrando a todos que alguém decidiu alterar o conceito de pandemia em 2015, o pesquisador académico Dr. Neil Ferguson começou a trabalhar no desenvolvimento de um modelo de computador para rastrear e prever sua rápida disseminação. Ferguson é professor de biologia matemática no Imperial College, em Londres, e possui uma vasta experiência no rastreamento de outras doenças infecciosas, como a gripe suína em 2009, a dengue em 2015 e o zika em 2016.
Ferguson é um epidemiologista britânico e professor de biologia matemática no Imperial College.
“Sumariamente a definição de epidemiologia é o estudo da distribuição das doenças e seus determinantes. Como observa Almeida Filho (1989) o termo distribuição está contido no termo população e o processo determinação está associado à delimitação da doença que, por sua vez, abrange concepções derivadas da prática clínica e próprias da epidemiologia. O estudo do processo saúde-doença através do método epidemiológico possui uma dimensão de determinação social, e como se sabe, as sociedades estão sujeitas a leis próprias, cuja explicação ultrapassa as possibilidades do método clínico.” Wikipédia

Com mestrado em física, recebeu o título de doutor em filosofia em física teórica. Ele não possui formação médica ou afins, mas optou por aplicar sua educação para usar suas habilidades matemáticas, modelando a propagação de doenças infecciosas.
Em outras palavras, Ferguson é um tecnocrata/burocrata orientado a dados com acesso directo aos formuladores de políticas em todo o mundo. De acordo com o New York Times o Imperial College aconselhou o governo em sua resposta a epidemias anteriores, incluindo SARS, gripe aviária e gripe suína. Com laços com a Organização Mundial da Saúde e uma equipe de 50 cientistas, liderada por o proeminente epidemiologista, Neil Ferguson, é tratado como uma espécie de messias, seus modelos matemáticos alimentam directamente as políticas do governo.
Recentemente foi acusado de quebrar a quarentena que ele próprio propôs para se encontrar com a amante. ”Bem prega Frei Tomás, olha para o que ele diz, não olhes para o que ele faz.”

Stanislav Andreski escreveu um livro que chamava a isto “quantifrania”, e o título do livro era bem sugestivo, “ciências sociais como forma de bruxaria”.

Não tardou que os modelos e as bruxarias deste senhor fossem replicadas pelo mundo, com as medidas draconianas a serem aplicadas a papel químico por governantes irresponsáveis e populistas a quererem salvar a sua própria pele.
Alberto Fernández da Argentina teve uma taxa de aprovação da população de 90%, António Costa o seu homólogo comunista, igualmente. É uma combinação de fado triste com pasodoble.
Não é por acaso que Fernández veio a portugal aprender o milagre económico alemão, ai desculpem, português, para implementar na argentina, como podemos constatar, tem sido um sucesso, se não fossem os holandeses a estragar.

Voltando ao Dr. Ferguson e às suas previsões do dia do juízo final, baseadas inteiramente em simulações de computador semelhantes às usadas em estudos climáticos, suficientemente fraudulentas para que os líderes dos países as aceitassem pelo valor nominal, sem questionar nada, sem ouvir contraditório. Pior, eles também aceitaram as recomendações políticas de Ferguson, que foram implementadas ao detalhe.
É incrível como a soberania dos países é transferida ora para OMS, ou para estes pastores sem que ninguém seja eleito, sem que ninguém questione nada. Avante.

O que também não se vê é uma palavra sobre a destruição do sistema económico global que certamente resulta das medidas políticas draconianas. Os alarmistas do clima que articularam as políticas do New Deal Verde também pedem medidas radicais para transformar a sociedade e também estão em silêncio sobre o inevitável efeitos destrutivos que tais políticas terão sobre a economia global.

Destrua o capitalismo. Por que os comunistas não discutem a destruição do capitalismo e do livre mercado? Porque esse é o objectivo final.
Quando Christiana Figueres foi chefe das “alterações climáticas”(uma redundância) nas Nações Unidas em 2015. Ela afirmou:

“Essa é provavelmente a tarefa mais difícil que já fizemos, que é intencionalmente transformar o modelo de desenvolvimento econômico, pela primeira vez na história da humanidade. Esta é a primeira vez na história da humanidade que estamos nos encarregando intencionalmente, dentro de um período de tempo definido, de mudar o modelo econômico que reinava há pelo menos 150 anos, desde a revolução industrial. Isso não acontecerá da noite para o dia e não acontecerá em uma única conferência sobre mudança climática, seja COP 15, 21, 40 — você escolhe o número. Simplesmente não ocorre assim. É um processo, devido à profundidade da transformação. ” As pessoas argumentam comigo que esse não pode ser o objetivo, que é grande demais para ser compreendido. Minha resposta é que, se um assassino apontar uma arma para você e, com raiva, disser que ele vai matá-lo, você tomará uma atitude defensiva ou ficará parado e permitirá que ele atire em você? Dificilmente. As ameaças diretas devem ser levadas a sério, especialmente quando o autor tem os meios para executá-la. No calor da Grande Depressão, no início dos anos 30, os tecnocratas estavam certos de que o capitalismo e a livre empresa estariam mortos dentro de meses. Seu sistema de substituição econômica da tecnocracia não funcionaria e não poderia funcionar, a menos que o sistema econômico existente estivesse completamente falido. Infelizmente para eles, o capitalismo se recuperou e a tecnocracia murcha. Hoje, no entanto, as Nações Unidas estão claramente articulando a mesma premissa e estão prontas com seu sistema econômico baseado em recursos chamado Desenvolvimento Sustentável, também conhecido como Tecnocracia. O exemplo mais claramente articulado de Desenvolvimento Sustentável é o Green New Deal, revelado recentemente pela Rep. Alexandria Ocasio-Cortez (D-NY) e pelo Sen. Ed Markey (D-MA).

Pânico ao rubro
Graças a Neil Ferguson e ao Imperial College, o mundo inteiro entrou em pânico e psicose com o covid-19 e, pior ainda, os líderes implementaram todas as suas recomendações assassinas. Enquanto isso, toda a imprensa mundial obediente segue ajudando o satanás, atiçando mais lenha na fogueira.
Como resultado, a economia global está a levar um abalo só comparável à Grande Depressão, 40 milhões de desempregados são esperados nos Estados Unidos, o sistema financeiro está à beira do colapso total, títulos do tesouro americano estão sendo negociados a taxas de juros negativas, parece que é melhor pagar para guardarem dinheiro que investir em ouro, índices a bater records nunca vistos. E quando os Estados Unidos se constipam, o resto morre de pneumonia fulminante, a tal pandemia que ainda está para vir, e esta é real.

Mesmo que todas as medidas sejam imediatamente retiradas globalmente, o dano já é irreparável. Além de que não parece ter diminuído a psicose.
Nos Estados Unidos, o principal agente do pânico foi o Dr. Anthony Fauci, que também tem laços estreitos com a Organização Mundial da Saúde. De acordo com a National Review, Fauci levantou a hipótese no final de fevereiro no New England Journal of Medicine de que a taxa de mortalidade do covid-19 podia ser “consideravelmente menor que 1% porque muitas pessoas infectadas não apresentam sintomas ou sintomas muito leves e, portanto, apresentam não relatar. “ E, no entanto, a imprensa afirma rotineiramente que a taxa de mortalidade é de 3,4% ou mais. No entanto, a gripe mata dez vezes mais, e não parece haver ninguém preocupado com estas incongruências.

Podemos concluir desde já, que estamos perante uma substituição do pânico do aquecimento global pelo pânico do covid-19.

Basta uma breve viagem pelas redes sociais, para ler o panteísmo New Age:

“Já se vê o planeta a melhorar, os pássaros a procriar, a natureza a agradecer…”

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