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O Comunavírus só morre ao tiro

Os socialistas são ladrões. Roubam, independentemente dos alibis e argumentos que possam inventar. Aos socialistas, tanto se lhes faz receber por causa dos serviços públicos, da desigualdade, das carreiras, das raças, do sexo, do vírus, do clima e por aí vai. Eles querem é meter a mão no bolso do vizinho, sem trabalhar, e tudo o resto é acessório.

“A cada dia, quem trabalha, foi sendo roubado de uma migalha a mais do que produzia, para ir alimentar um parasita a mais no Estado.”

Os socialistas não são idealistas. Mudam de argumentos, ignoram factos, mentem, atacam, sempre com um fito só, ganhar dinheiro sem trabalhar. A variante ideológica que a cada momento advogam não importa: Socialismo Democrático, Nacional Socialismo, Sindicalismo, Corporativismo, Estalinismo, Marxismo, Trotskismo, são todos sinónimos entre si, tanto nos meios como nos fins. A afiliação dos socialistas, apenas muda em função da oportunidade de cada um dos militantes chegar primeiro ao tacho.

Entre as centenas de formas de priorizar o roubo inventadas pelos socialistas, só uma persistiu até este milénio, pois que todos os outros implodiram antes, por levarem à morte do hospedeiro. O parasitismo mais resiliente é o Fabianismo. Ou seja, o socialismo em velocidade tartaruga, para instalar sem o hospedeiro reparar. Este também acaba agora, como o cavalo do escocês, morto de fome assim que completa o treino para reduzir a ração.

Nos últimos 70 anos, o fabianismo implementou o seu socialismo incremental. A cada dia, quem trabalha, foi sendo roubado de uma migalha a mais do que produzia, para ir alimentar um parasita a mais no Estado. O roubo foi crescendo devagar, quase sem se dar conta, até ao ponto de inflexão, em que se ganha mais dinheiro a ficar em casa, do que a ir trabalhar. Nesse momento da verdade, faltava uma gota, um incidente, para milhões saltarem o muro e se dedicarem ao parasitismo militante.

A faísca foi a incompetência, negligência e corporativismo dos médicos para com o virus chinês. Num instante, 15% da população do ocidente mudou de casta. Deixaram de produzir e passaram, a receber: Forloughs, Layoff, Forebearances, Bailouts etc e tal. Menos 15% a trabalhar de um lado e mais 15% a mamar do outro, soma 1/3 do peso e a balança caiu. O Fabianismo atingiu o epílogo de todos os socialismos. Há demasiada gente a receber. Acabou o dinheiro dos outros.

A treta do vírus chinês, que nem sequer é especialmente perigoso, mal conta para o desfecho final. Os mesmos que querem manter as escolas fechadas, querem as praias abertas e ainda ninguém abdicou do próprio salário para ajudar ao combate da pandemia. Estão nisso só pelo dinheiro e o dinheiro acabou.

Sem mercado livre, sem patrões, sem PMEs, não há quem pague impostos e como tal, o Estado não tem dinheiro e daqui para a frente, os parasitas estatais vão se ocupar do canibalismo bolivariano, a saber: tentar roubar o vizinho antes que o vizinho o roube a ele.

Como na Venezuela, ou na Somália, a autofagia socialista pode prolongar-se indefinidamente, com os ladrões a aumentar o grau de violência para obter cada vez menos saque. Indo bem para lá de o ponto em que aquelas pessoas consigam voltar a viver em sociedade.

No ocidente, ainda não estamos na total violência descontrolada, mas a caminhar. Os motins já começaram, ninguém quer trabalhar, mas ainda é possível dar um passo atrás. Os parasitas finais, os militares, precisam entender que há demasiada gente a mamar no seu tacho e daí, partir para eliminar a concorrência. Ao tiro. O socialismo só acaba quando os militares deixam de receber e esse é o Estado a que chegámos.

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