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“Muito reguladinha, muito controladinha, muito taxadinha”

Se eu fosse prostituta não quereria para nada regulação do estado. Aliás, suponho que uma das poucas pessoas que quererá a regulação será a senhora que quer mudar de profissão. De senhora prostituta passará a senhora das prostitutas chefiando o sindicato. É disso que se trata? Outras pessoas satisfeitas com o novo sindicato? Costa e Centeno que serão promovidos a pimps públicos e oficiais via IRS, IVA, IRC e SS das meninas.

Notem:

1. Continuarão a ser chuladas. Em vez do “António das Febras” passa a ser o “António das Chamuças” e o “Mário Ronaldo”. A acumular com a protecção das ruas que continuará a ser necessária. 

2. Preferem seguro de pensão equivalente a 5% do rendimento ou descontar 34,75% para a Segurança Social?

3. Preferem ter saúde pública ou ter dinheiro para pagar a saúde privada?

É que os clientes serão os mesmos. A única diferença no negócio é poder passar recibo (uma “vantagem” que muitos de nós dispensaríamos bem).

Daqui a 2 anos estão a arrepender-se de terem “regulado” a profissão. Mas a senhora impulsionadora do negócio sindical com os socialistas estará melhor na vida. 

A regulação, a protecção, é o negócio cimeiro da máfia. 

  • Todos os governos são máfias 
  • Todas as máfias são governos 

Para quê tentar trocar uma pela outra? Sobretudo: por que motivo querer ficar com a mais cara delas todas – o governo? 

Os riscos e perigos. vividos dentro de quatro paredes, continuarão a ser reais e não é por se poder chamar a Polícia (que já se pode chamar – violência sobre terceiros continua a ser crime) em vez do “Zé Navalheza”, que se eliminam. 

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