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“Iniciativa Liberal”: a censura e a tirania do politicamente correcto.

A “Iniciativa Liberal” nasceu como um partido que pretendia outrora combater o peso do estado, todos esperávamos que fosse uma alternativa às visões socialistas.
O espectro político em Portugal não tinha liberalismo, nem conservadorismo.
O partido obteve um assento na assembleia da república, à custa de cartazes muito bem conseguidos, quer no digital e nas redes sociais, quer nas rotundas.

Todos nós esperávamos que o partido “Iniciativa Liberal” fosse um acérrimo defensor da “primeira emenda”, nomeadamente da liberdade de expressão, sem essa todas as outras liberdades em cascata ficam feridas de morte. Já lá irei mais tarde a este ponto.

Esperava-se que os seus mais distintos líderes não copiassem as pautas da “troika do estado maternal” “Pág. 80. BE e o Estado Maternal. Compreender Para Mudar O Estado A Que Chegámos. J. M. Moreira, bnomics”. Em vão, a cara do partido que contribuiu para a eleição do primeiro deputado, Carlos Guimarães Pinto, inclusive promove marchas LBGTI… ao mesmo tempo que demonstra simpatia por Hillary Clinton, uma partidária bem conhecida da ideologia do género, a tirania da Nova Ordem Mundial que custa a vida a milhares de individuos, um arranjo que ele faz questão de negar a existência, ao mesmo tempo que a promove, será que ele ignora muitos mais outros temas, desde a origem da revolução sexual, da origem das bio-ideologias, da manipulação da linguagem, do aborto que indirectamente promovem? Ou será que fazem parte do problema…

Saberão que ao utilizar o termo “heterossexual” para contrapor a “homossexual”, implicitamente estão afirmando que ambas categorias são válidas e opcionais; que uns escolheram ser “heterossexuais” e outros “homossexuais”, quando a realidade é contrária: a normalidade física e psíquica em matéria de sexualidade tem unicamente duas versões, masculina e feminina. Então a “heterossexualidade” não existe. Do mesmo modo que ninguém se lhe ocorre chamar “não leproso”, “não diabético”, por contraposição a um “leproso” ou “diabético”. Este vocábulo não é inocente, a maioria das pessoas não sabe que está a ser manipulada de forma semântica.

Estes falsários da liberdade desconhecem a corrupção ideológica na linguagem nas ciências práticas, ou fazem apenas vista grossa? Desconhecem que estas pautas são impostas de cima para baixo, e não de baixo para cima, pela organização mais colectivista do planeta e consequentemente menos liberal, a ONU.

O deputado do partido, João Cotrim de Figueiredo, perante a pergunta directa de um jornalista se apoia Biden ou Trump, apoia Biden, não vê incompatibilidade entre liberalismo e o actual partido democrata, mas acha incompatível o Trump? E os crimes do Biden às paletes também são para apoiar, qual a razão do ódio ao Trump?
Também não sabe Carlos Guimarães Pinto das injecções de dinheiro na fundação Clinton pelo partido comunista chinês, desconhecem também todo o histórico do partido democrata, os fundadores do Klu KLux Klan que lutaram contra a abolição da escravidão?! Estes falsários do ideal libertário desconhecem a origem da esquerda totalitária na revolução sexual, apoiando pautas que usam as mulheres e os gays para obterem poder à custa da diferenças intrínsecas do ser humano.

Para o europeu nada mais há a legislar, para defender os indivíduos, os problemas sempre vão existir, a discriminação faz parte do ser humano, a igualdade perante a lei de todos os indivíduos é a única pauta a promover, na verdade havia que defender mais os homens, pois os juízes têm uma tendência a aplicar penas diferentes para homens e mais leves para mulheres em casos semelhantes. Andar a fazer das minorias pauta política é escabroso e copiar a agenda de esquerda. Desconhecem estes falsários da liberdade que a deriva revolucionária e a recente barbárie nas ruas dos Estados Unidos provém do mentor da tese de licenciatura de Hillary Clinton, Saul David Alinsky, autor do livro “Rules for Radicals: A Pragmatic Primer for Realistic Radicals”, um dos principais mentores do marxismo americano.

São estes os líderes de um partido de cariz liberal em Portugal? Não admira que vários indivíduos nas caixas de comentários afirmem “eu não vejo diferenças entre a IL e o BE, são praticamente iguais”…

São estes os “líderes” que perante a maçiça censura imposta ao contraditório, a médicos, epidemiólogos, virologistas, patologistas, os apelidam de “maluquinhos das teorias da conspiração”, perante a demonstração matemática em como existem mais de 90% de falsos positivos nos testes ao covid, e que resultam nesta psicose geral em que se atropelam todos os direitos, insultam o contraditório copiando os métodos do BE? Perante os patologistas que denunciam a causa de morte em virtude de outras patologias não covid, os que deviam defender o contraditório são os primeiros a utilizar o politicamente correcto para se promoverem politicamente.
Que espécie moral tem estas personagens que não têm uma palavra quando um elemento privado aporta com 10% do orçamento da OMS? É a mesma ética e moral que não vê problemas em financiar empresas, com o suor do desgraçado que vai de scooter meter 70% impostos no combustível, a mesma moral que faz os cartazes tão assertivos, esquece ou faz vista grossa ao lobby farmacêutico?

Perante a maçiça fraude e censura dos meios de comunicação nas eleições americanas, os falsários da IL continuam calados, o silêncio do politicamente correcto é um atropelo da liberdade de expressão, é uma forma de o limitar. Fraudar eleições é um assunto taão importante na Coreia Do Norte/Venezuela nos cartazes da IL, e nos USA é até desejável? Quais são os interesses que estão por detrás perante esta cegueira selectiva?

Será que os líderes da IL, querem ser populistas à custa de silenciar a verdade?
Porque as caras do partido tão expeditos a denunciar os berros de um empresário estrangeiro que veio para as redes sociais denunciar as facadas do governo, não denunciam também o pseudo-capitalismo que nato engano leva o povo a confundir capitalismo de livre mercado com capitalismo de estado.
O conluio entre esses empresários e o poder político, que só veio a lume porque uma das partes não sentiu a mão amiga do estado em prejuízo do indivíduo, de quem trabalha honestamente, perante um arranjo sujo e pérfido, promovido por Cotrim com o Websummit da qual participou nas primeiras conversas para trazer um evento que tende a ser rejeitado precisamente pela dupla moralidada, que pretende favores prestados a empresários estrangeiros em claro prejuízo dos restantes pequenos empresários que não têm lugares em conselhos de administração nem acesso a contactos de deputados.
O silêncio conveniente e a moral líquida do Carlos Guimarães Pinto perante um caso em que ataca com tanto vigor apenas o político e se esquece do falso empresário. A simplória vacuidade de fazer de advogado de defesa dos empresários, não será para esconder o arranjo que permite aos intervinientes na política andarem a ter cargos em empresas privadas suficientemente grandes que possam retribuir os favores?

Não podemos ficar admirados quando o líder da IL promove e incentiva ajudas a empresas, precisamente o arranjo que rouba ao povo para dar a empresários, ou não fosse ele um conhecedor do esquema.

Quando na vertente económica a IL tem esta conduta, qual a diferença para o BE?

Será esta a razão porque o sistema não se sente minimamente ameaçado e dá voz a estes falsários da liberdade, e ao mesmo tempo sente horrores do Chega?

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