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Fechar as escolas para salvar a educação

Para o comunavírus se propagar, as vítimas têm de sofrer de problemas pré-existentes bastante graves; Insensibilidade à matemática, não compreender nem a aritmética mais básica; Alergia ao trabalho, rejeitar fazer o que outras pessoas querem ver feito; Déficit de vergonha na cara, sentir-se bem ao dizer uma coisa e fazer outra bem diferente; Inchaço do ego, julgar todas as coisas à sua medida tal como usar máscaras porque não lhe custa ou concordar com o SNS porque não o paga. Um conjunto vasto de sintomas, que não aparecem por acaso. Mas então, como foi ficar tanta gente infectada?
Como foi possivel? A mesma pergunta foi feita pela generalidade das pessoas no final da 2ª Guerra Mundial, ao observarem os horrores do Holocausto Nazi nos campos de concentração. O que se terá passado na cabeça dos alemães? Pensaram, mas logo logo ignoraram a questão, para se dedicarem a fazer o baby boom.

Quem não perdeu a lição e ocasião, tanto que já a tinha topado bem antes da guerra, foi António Gramsci mais a malta da Escola de Frankfurt. Estas criaturas medonhas, ainda os judeus estavam confinados em casa a pensar que ia ficar tudo bem, já tinham feito os seus planos para repetir a marosca em prol do clube assassino deles. E assim o fizeram.

Para entender bem a História é preciso conhecer 3 episódios fundamentais dos últimos quatro séculos.

1) O Iluminismo Escocês: A Escócia era à entrada do séc XVII o país mais pobre, miserável, da Europa, pior que a Albânia de agora. No entanto, em pouco mais de cem anos explodiram em prosperidade, tendo inventado o mundo moderno, a revolução industrial, o motor a vapor, as estradas, as seguradoras, o constitucionalismo e etc e até a economia, por Adam Smith. A transformação fenomenal, foi o resultado da criação das Escolas Episcopais. Para que todas as pessoas pudessem ler a bíblia, as mais pequenas aldeias organizaram-se na criação escolas autónomas e voluntárias, para daí libertar o intelecto, criatividade e a individualidade de que ainda hoje nos beneficiamos.

2) O Estado Social: de Bismarck Hitler é só uma consequência. Nenhum homem só poderia causar tanto estrago, foi preciso que a generalidade da população alemã estivesse de acordo. Um problema que já vinha de trás, pois na primeira guerra mundial, o império alemão a comportou-se de forma deplorável, com o beneplácito de milhões de soldados. Levantando a questão, o que se passou com os alemães para meterem na cabeça que devem ser hiper-eficientes máquinas de matar? A resposta encontra-se 50 anos atrás, no governo de Bismarck, na criação do primeiro estado social do mundo, que criou as ferramentas favoritas de todos os ditadores até ao presente: Segurança Social, Leis trabalhistas, Regulação da Economia e Escola pública Estatal. Pois é, em 1870s o governo alemão passou a obrigar todas as crianças a irem para a escola aprender que ser alemão é ser superior, além de obedecer ao chefe e sacrificar-se a bem da nação. O resultado foi o que se viu depois.

3) O marxismo cultural: Assim que Hitler subiu ao poder, os comunistas não conseguiram conter a inveja, afinal eles tentavam há décadas implementar o socialismo sem sucesso e vem este cabo baixote dar-lhes um tamanho bigode! Tinham de aprender a lição e alguns fizeram-no. Observaram o padrão das duas escolas anteriores e trataram de o replicar para o seu campo. Não logo, porque entretanto começou tudo aos tiros e os planos tiveram de esperar até ao anos de 1960. Mas não perderam pela demora. Os marxistas, ocuparam as universidades, compraram os artistas, castraram os jornalistas, infiltraram as escolas primárias, até ganharam as eleições e subjugarem o mundo. Enquanto a generalidade das pessoas honestas estava a cuidar da sua vida, trabalhando, os marxistas culturais deseducaram a humanidade, criando multidões de parasitas, invejosos, falhados, hipócritas, inúteis, abusadores e sem vergonha na cara.

O resultado está a vista. A pandemia do comunavírus, não deixa margens para contemplação. O mundo inteiro está infectado. Ninguém quer trabalhar; Todos querem ser funcionários públicos; Acham-se no direito a mandar no vizinho; Não conseguem calcular uma taxa de mortalidade; Não restringem o próprio salário para restringirem o dinheiro dos outros; Só pensam neles próprios e em proibir as coisas que não lhes apetece fazer; e tudo com recurso a mentiras descaradas sobre o machismo o racismo ou a gripe.

Como foi possível? Como é que todo o mundo se deixou contaminar com uma doença tão vergonhosa como o comunavírus? Foi só aprender com a História. Dizem que quem não a conhece está condenado a repeti-la. Mas no caso, foi ao contrário. Sabendo do que são capazes de produzir as escolas, os marxistas encheram-se da paciência de um chinês e arrancaram a alma às pessoas.

Infelizmente, serão necessários mais 50 anos para tentar resolver o estrago. Como diariamente se demonstra, burros velhos não aprendem línguas, depois de infectados na infância, quase todos os adultos recusam-se a aprender uma nova lição. Os poucos que ainda mantém a honestidade intelectual, são esmagados pela fúria das massas, tal como o foram os resistentes Nazis ou os dissidentes comunistas ou as pessoas que reconhecem uma gripe.
A pandemia é só a ponta do icebergue da destruição moral e ética que a humanidade sofreu subjugada ao marxismo cultura. Mas nem tudo é pessimismo, nem dura para sempre. Os socialistas são preguiçosos e logo logo vão morrer à fome, vítimas do seu próprio plano. A pandemia está a fechar as escolas, a mandar as crianças para casa, o que é uma benção. Se os liberais e libertários e restantes humanos decentes aproveitarem, podem retirar os seus filhos das garras do comunismo e ensiná-los a serem pessoas inteiras. Daqui para 50 anos falamos.

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