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Burro é quem os sustenta

Se fossem só burros, gastavam o seu próprio dinheiro, mas antes que chegue a tanto, aí já não se enganam. Pois que a burrice aparente dos infetados pelo comunavírus, como é a dos socialistas em geral, chega a ser eficiente.

Tanto lhes evita confrontarem-se com argumentos. Já que podem ignorar a ausência de mortos da pandemia, ou inversamente os muitos milhões de mortos do socialismo, enquanto conseguem manter as suas consciências leves, perfeitamente aptos a receber sem trabalhar.
Quanto ainda a burrice lhes permite conviver em paz com as próprias vítimas do oportunismo. Fazendo de conta que não entendem bem a diferença entre pagar impostos e receber dinheiro do Estado. Ou arranjando justificações para faltarem ao trabalho, mesmo quando esperam que outros trabalhem para os sustentarem.

Algumas pessoas, talvez até a maioria, vêm-se rodeados desta conveniente burrice e, vaidosos, tratam de tentar elaborar argumentos lógicos e comprovados, sobre qual será o caminho para a iluminação, explicando:

  • O afastamento não mata o vírus e o vírus não mata pessoas, pelo que não há razão para meter panos sujos na boca e ficar de férias pagas.
  • O governo tira a quem trabalha, para dar aos seus amigos. Combater a corrupção, injustiça e desigualdade implica deixar de ser um funcionário e que se vá trabalhar.

    Um horror. Obviamente que estes argumentos caem em orelhas moucas, coitados, são muito burros, não entendem o que é trabalho, não entendem o que é pagar, nem que um vírus não é desculpa para prolongar as férias. São tão burros que nunca entendem as coisas que os incomodam.

Estas pessoas que não entendem os conceitos de economia, não sabem bem o que é o trabalho, a produção, o lucro, a poupança, o investimento, o capital ou o rendimento, mas ainda assim, conseguem viver em sociedade a ser sustentados pelos impostos que os outros pagam e sem nunca gastarem do seu próprio dinheiro, têm uma burrice muito oportuna, bem conveniente até.

Nem tudo é mau, esta burrice selectiva tem mais algumas vantagens. Com ela, pode-se parasitar o vizinho, enquanto este nem se dá conta de quem é que é tapado e não está a perceber nada do que se passa. Até claro, ao dia, em que o vizinho fizer as contas e se decidir também ele a ser um parasita, o único argumento realmente convincente para confrontar um socialista.

Não há discussão possível. Quem por burro se faz passar, está bem a par do mal que irá causar. Sabe que receber sem trabalhar, sejam subsídios, moratórias, layoffs ou tachos, é mau para toda a gente e que no final das contas, vai a terra inteira ser prejudicada. Também sabe que o socialismo leva à miséria e violência e também sabe que roubar é mau. Onde ele não pára para aí escutar a sua consciência é quando o usurpador julga todos os outros pela sua própria bitola moral.

Um socialista, rouba e sabe que rouba e sabe em resultado final desse roubo vai toda a gente ficar pior, ele incluído. O que mantém o socialista ativo é acreditar que se não for ele próprio a roubar, vai outro bandalho meter a mão e no final das contas, do mau resultado ninguém se poderá escapar, então, mal por mal, se o roubo é inevitável, mais vale ser o socialista o primeiro a roubar.

Naturalmente que nem ao espelho o socialista admite semelhante realidade. Ia ter dificuldade em dormir se fosse tão honesto consigo próprio. Portanto na impossibilidade de reconhecer as duras verdades da vida, faz-se de burro e distraído e deixa-se enrolar nos argumentos do vizinho iluminado.

Entretanto, o vizinho, vítima de soberba, vai se achando muito esperto, sabe até somar. 1+1=2, trabalha por dois e fica só com um. Enquanto isso, o desgraçado do burro, ainda por cima, está cheio de medo, ele é medo do vírus, a fobia do patrão, tem terror que lhe tirem os seus direitos e que um dia destes, coitado ainda se veja na contingência de pagar a hipoteca ou pior de tudo, ir trabalhar.

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